INDEPE|Instituto de Desenvolvimento de

Excelência Pessoal e Empresarial 

 

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Negócio

Educação para excelência pessoal e empresarial.

Nossa Missão

Produzir e compartilhar conhecimento de forma dinâmica, sensível, bem humorada e criativa para facilitar a aprendizagem.

Nossos
Valores

 

  • Cidadania: favorecer a inclusão social por um Brasil melhor.

  • Coerência: viver o que se fala, falar o que se vive. 

  • Excelência: busca permanente de aperfeiçoamento.

  • Integridade: postura ética e transparente.

  • Lucro e Crescimento: receber valor por valor oferecido.

  • Simplicidade: identificar essência e traduzir em uma linguagem de fácil acesso.

  • Visão Positiva: otimismo e esperança.

Nós do INDEPE acreditamos que através do desenvolvimento das pessoas é que se obtém os desempenhos de excelência nos negócios e nas organizações. São as pessoas que produzem os resultados.
 
A complexidade dos novos tempos faz com que a maioria viva como efeito de mudanças, seguindo tendências e alternativas impostas.
 
As organizações precisam de pessoas empreendedoras, pessoas que procuram ser causa e não efeito, pessoas que estão dispostas a assumir riscos.
 
É por esse motivo que o INDEPE apresenta programas de desenvolvimento que primam por fornecer elementos de reflexão, para que o indivíduo possa assumir o seu papel como criador e agente de mudanças.

 

Metodologia dos Trabalhos

Nossa metodologia de trabalho está focada na Educação de Adultos - Andragogia. Acreditamos que a aprendizagem só é significativa quando a pessoa percebe que o conteúdo do treinamento se relaciona com seus próprios objetivos e ela é facilitada quando o treinando participa responsavelmente do seu processo.

 

Nossa proposta metodológica visa a participação intensa do grupo que é um contexto para facilitar/favorecer as mudanças individuais. Utilizaremos como recursos didáticos jogos, filmes, estudos de caso, dramatizações, etc.

A aprendizagem compreende um ciclo de quatro etapas sequenciais e interdependentes: atividade, análise, conceituarão e conexão.

 

A primeira etapa: atividade, consiste na vivência de uma situação através de atividades em que o participante se empenha, tais como resolução de um problema, simulação de uma situação, dramatização, processo decisório etc.

 

A etapa de análise consiste no exame e na discussão ampla das atividades realizadas, na análise crítica dos resultados e do processo de alcançá-los; o como passa a ser mais importante do que o resultado em si. É uma fase muito mobilizadora de energia emocional, pois cada participante deve expor seus sentimentos, ideias e opiniões livremente. Se na primeira etapa houve envolvimento e abertura, nesta, o participante poderá praticar maior auto-exposição, espontaneidade e autenticidade, troca de feedback com os companheiros do grupo, possibilitando a elaboração de um processo diagnóstico da situação vivenciada e da participação de cada um e de todos no desenrolar do processo do grupo.

 

Para que se possa aprender com a experiência, torna-se necessário organizar esta experiência e buscar-lhe o significado, com a ajuda de conceitos esclarecedores. Cabe, então, uma etapa de conceituação, de insumos cognitivos, informações e fundamentos teóricos que permitam sistematização e elaboração de “mapas cognitivos” individuais. Esse trabalho conjunto de coordenador e participantes, complementado por leituras individuais e debates, permite conscientização de aspectos pessoais, interpessoais e grupais, levando a aprendizagens significativas baseadas na vivência de cada um. A conscientização de aspectos inadequados ou problemáticos facilita a decisão de mudanças e a reformulação de comportamentos disfuncionais, a nível pessoal e interpessoal, os quais se refletem no grupo.

 

A partir dessa fase conceitual, de aquisição e ampliação de conhecimentos e reflexões, passa-se à etapa de conexão, em que se fazem correlações com o real, comparando-se aspectos teóricos com situações práticas de trabalho e vida em geral. Cada participante elabora suas conclusões e generalizações para uso futuro, estima perspectivas pessoais e riscos de aplicação das novas aprendizagens e exercita sua criatividade ao planejar táticas de inovação de procedimentos. Nesta etapa o participante busca a mudança, experimentando e testando outras formas de conduta, o que o leva novamente à etapa primeira de atividade/vivência, completando um e começando outro ciclo vivencial de aprendizagem.